Q.I. NÃO É INTELIGÊNCIA

Q.I. não é sinônimo de inteligência, cientificamente falando.

A suposta medida de aptidões mentais ou psicometria não permite senão estimativas e hipóteses. Todavia, no caso do quociente intelectual (que muitos chamam de “quociente de inteligência”), seus defensores o têm apresentado como se fosse uma comprovação científica como outras que se conseguem em alguns campos do conhecimento com elevado grau de exatidão e precisão, de tal modo que estas (comprovações) permitem negligenciar eventuais erros. Com os testes de Q.I. não acontece isso e eles têm servido, de fato, ao uso da  palavra ciência  como instrumento de dominação.

A ideia de que uma pessoa já nasce inteligente é um terrível equívoco que tem travado o desenvolvimento da maioria da população do mundo. Aos que têm alto Q.I., tudo! Aos outros, a conformação! É assim que pensam os defensores da conquista das mentes, da manipulação dos cérebros, pelo medo, pela inoculação de sentimentos de culpa e de inferioridade, pela disseminação da “cultura do fracasso”, que leva pessoas a acreditarem que não têm chance neste mundo, que nasceram para sofrer…

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